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Macaé, Rio de Janeiro, Brazil
Nascida em Niterói veio para Macaé por motivos profissionais em 1976, um pouco antes do casamento à trinta anos, atuou como eletrotécnica até a aposentadoria e a partir daí gasta o tempo livre com o que chama de "MINHA DISTRAÇÃO, MINHA ARTE". Acredita que nesta vida nada e por acaso, tudo faz parte de um processo para nos tornar-mos pessoas melhores.

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#artesanatosbyzenia

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

A Venda

Vai para a praia é bolsa, na praia é toalha, na saída da praia retorna a bolsa.



Bolsa de Praia feita com tecido e toalha, acompanha necessaire em plástico cristal.


1- 2-

3 - 4 -
1 - A Bolsa
2 - Vista interna da bolsa com a necessaire.
3 - Toalha de praia e a necessaire.
4 - Bolsa e toalha













quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Formigas atendendo um pedido de Terezinha

Este formigueiro já fiz num jogo de lençol de berço e ficou lindo, está no portifólio Ponto Cruz Bebe.





quinta-feira, 8 de outubro de 2009

No Jardim das Acácias

  • No Jardim das Acácias recebi de meu primo, me fez chorar e muito, a tia a que se refere é minha mãe, e a dor da perda ainda esta muito latente, estou aqui esperando o dia em que esta dor se transforme em uma doce saudade.

Saí da casa de minha mãe e andava calmamente, a caminho da casa de uma tia.Na esquina encontrei com ela, com um vestido estampadinho em azul, portando uma sombrinha, um tanto sôfrega.Tinha o rosto levemente curvado, semblante meio abatido, não me permitindo ver seu rosto. Sentia que se escondia. Sem saber o porquê, ainda de cabeça baixa, me indagou:
_ Aonde vai? Disse-me com ar de autoridade ,que lhe era peculiar.
_ Na sua casa. Disse-lhe .Ela logo respondeu agressivamente:
_ Vai lá fazer o quê?
_ Ia lhe fazer uma visita, ou será que não posso?Ela respondeu imediatamente:
_ Não pode e não quero!Durante todo o tempo que falava, mantinha o rosto curvado e encoberto pela sombrinha.Continuando estranho diálogo, disse-me, de forma ainda agressiva: _ Vês aquele chapéu ali?
Eu disse:_ Sim, vejo - o.
Era uma cartola toda mesclada em azul e branco, alegre nas cores vivas, como as usadas pelos palhaços em shows para a criançada.Respondi-lhe, que não apanharia, pois nada tinha a ver com a cartola ali jogada.Já estava ficando irritado, quando de súbito,chegou correndo T. minha prima e neta dela, que gritava:_Não converse com ela! Esta não é ela! Deixe-a e vá embora. É uma desconhecida.Foi quando acordei. Era um sonho, ou melhor, acho que foi um pesadelo. Não sei explicá-lo. Sentei-me à cama muito nervoso, com o rosto banhado em lágrimas , sem saber o que acontecia.Tinha o pensamento longe, sem conseguir concatenar as ideias e o rosto em pranto ou suor, no entanto, sem chorar.Esta tia, faleceu há 45 dias . Fiquei ali sentado na beira da cama e na minha mente só o rosto de meus netos. Aí sim, acho que caí em mim e me vi na estrada da vida, onde já caminhei muito mais do que me falta para chegar ao fim.Olhando para trás, quantas pedras ...Umas grandes, outras pequenas. As grades foram fáceis. Eu as enxergava e desviava o caminho, mas as pequenas eu não via e quase sempre tropeçava e caia. E mas quando ia ao chão , alguém segurava minha mão e me dizia:_ “Levante meu filho, olhe para frente. Outras pedras virão e eu estarei sem aqui junto a você”.Assim consegui vencer as barreiras, que são impostas aos negros e pobres neste País, cujo preconceito é velado com os menos favorecidos.Sou hoje um homem, que continua procurando a verdade. A verdade, que só Deus em sua infinita bondade nos ensina.Um dia chegarei ao fim do caminho e lá estará o Jardim das Acácias.

Ruy Silva BarbosaPublicado no Recanto das Letras em 06/09/2009Código do texto: T1795831

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Dia dos Pais


Este foi o primeiro Dia dos Pais sem o meu pai.
Nas nossas vidas está faltando ele.
Não deixamos que a saudade fosse transformada em tristeza. Apoiados nos ensinamento dele recebidos, nos mantemos transformando a tristeza em alegria.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Atendendo ao pedido de Bordandoarte



Esse quadro foi criado por mim, reproduzindo a tela At the Beach, do artista Italiano Pino.

Original tamanho 30x40cm


Tecido etamine 5 pontos por cm

Tamanho em pontos: 298L x 295A
Tamanho em cm:45,6 x 49,0cm

Grau de dificuldade: Difícil






































































































































segunda-feira, 25 de maio de 2009





Esse quadro foi criado por mim, a partir de uma gravura, colocado no programa onde me permite transfomar fotos e figuras em ponto cruz.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Origem do Ponto Cruz

Quando estamos a bordar um ponto sobre outro formando uma cruz, não pensamos que estamos repetindo um gesto muito antigo, que atravessa nossa história e cultura.

Determinar exatamente a época em que surgiu o primeiro ponto cruz é difícil, mas vários estudos indicam que ele já existia em tempos muito antigos:
- Há registros da pré-história, o ponto cruz servia para costurar vestimentas.
- Fragmentos de linhos datados de 5000 a.C, retirados de túmulos egípcios em escavações arqueológicas, revelaram que o ponto cruz era usado para cerzir peças de tecido.
- Trabalhos com pontos semelhantes ao ponto cruz foram encontrados por pesquisadores na Ásia Central e datam aproximadamente 850 a. C.
- Na antiguidade, os romanos descreviam o bordado como "a pintura de uma agulha", mas dizem que foram os babilônios que batizaram esta técnica.
- Na forma que é utilizada hoje, existe controvérsias sobre a origem, fala-se que tenha surgido na China e levado para a Europa.
- Outra versão é que começou na Idade Média pela Europa, Estados Unidos e principalmente na Inglaterra, onde foram encontrado trabalhos datado em torno de 1500.
Desde os primórdios, o Oriente é citado como berço deste ponto. Mas é no período do Renascimento que o ponto cruz começa realmente a tomar a forma que conhecemos hoje e a se aprimorar.
No século XVI, o bordado em ponto cruz era feito com fios de seda ou de lã sobre tecido de linho. Datam também desta época, os primeiros esquemas, impressos na Alemanha e na Itália, para serem vendidos em toda a Europa. Antes desta iniciativa, a única que se conhece é o livro publicado na França por volta de 1580.
Com os motivos impressos distribuidos largamente, os tradicionais monogramas ou abecedários que eram passados de mãe para filha, usados para sua alfabetização e aprendizado de algarismos e sinais, ganhou ares mais decorativos. O ponto cruz descobre uma nova vocação: além do uso pedagógico passa a ser adotado também como hobby, sem dúvida, seu potencial de mercado logo foi notado.
A mesma era que serviu de cenário à popularização do ponto cruz, assistiu os viajantes descobrirem a riqueza de matérias-primas nas novas colônias. Pigmentos nunca vistos anteriormente foram levados do Oriente e das Américas parar a Europa, graças a eles, uma futura gama de cores e de materiais se tornara possível.
Desde a idade média até os dias atuais o prestígio do ponto cruz nunca diminuiu. Os motivos ganharam novas inspirações e muita vitalidade, levando os trabalhos ás possibilidade de enriquecer a decoração, dar ares de criatividade e também valorizar a habilidade manual, chegando aos nossos dias super atualizados.

Fontes: Revista Manequim Ponto Cruz n 58
Ponto Cruz e Cia
http://www.vocefazartezanato.com.br

Costurando

Costurando

Irmão

Irmão
Minha homenagem e minha saudade.

GRÁFICO GRÁTIS

Para conseguir qualquer gráfico dos trabalhos aqui postados, é só mandar seu pedido para o email: zeniapessanha@yahoo.com.br

Gráficos para bordados em Ponto Cruz

Gostou?... Só pedir que mando